terça-feira, 8 de setembro de 2009

FILME CHICO XAVIER - 16/julho .2

Rumo a Paulínia



E a caravana de Chico Xavier segue viagem. Hoje, às 10h30 da manhã, o ônibus fretado partiu em direção a Paulínia, interior de São Paulo, distante oito horas de Tiradentes. Apenas uma parte da equipe vai neste ônibus. Hoje, automóveis, vans e avião também levam parte da trupe; outros seguiram de carro ontem e parte da produção e das equipes técnicas já estava em Paulínia desde segunda-feira, assim como os caminhões que levaram equipamentos e figurino.

A primeira parte da viagem no ônibus foi tranqüila. A maioria dormia – resultado da festa de despedida de Tiradentes, que aconteceu ontem e foi bem animada. Outros liam ou ouviam música nos i-pods. O camareiro Egas Ramos “comemorava” seu triplex com suíte (três poltronas à sua disposição no último banco do ônibus) com o assistente de figurino Alex Brollo. O still Ique Esteves documentava o início da viagem em fotos, enquanto Gil Baroni, que faz o making of do filme, atravessava o ônibus com sua câmera.

Matheus Costa passa o tempo lendo gibi




Enquanto isso, o trabalho não pára: o diretor de produção Luiz Henrique Fonseca e a assistente de produção Clara Machado transformaram suas poltronas em escritório e faziam mil ligações para os membros da equipe avisando dos planos para sexta-feira – já que amanhã é dia da folga pós-deslocamento. “Minha bateria acabou!”, avisa Clara, mas logo tira da bolsa outro celular e continua o trabalho…
Pelo ar também havia o que fazer: Daniel, o diretor de fotografia Nonato Estrela e o gerente de imagem digital Miguel Lindenberg faziam tomadas especiais aéreas. Já a diretora-assistente Cria D`Amato aproveitou a folga para conhecer Tiradentes, já que durante as filmagens ela (como outros da equipe) via apenas o trajeto entre o hotel e os sets…

Um churrasco na parada para o almoço e a caravana segue viagem. E então a tragédia: de repente, um odor insuportável toma conta do ônibus. Quem estava dormindo acorda, quem ouvia música levanta assustado. “Pelo amor de Deus, o que é isso?”, pergunta a coordenadora de direção Paula Horta. Era um problema no toilette do ônibus… e o caos estava formado. A continuista Gláucia Pelliccione tira da bolsa seu perfume e borrifa no ambiente; a maquiadora Rose Verçosa acende um incenso, que vai passando de mão em mão até o fim do ônibus.

“Máscaras de oxigênio cairão automaticamente e imediatamente!”, suplica o diretor de produção Luiz Henrique Fonseca, sacando uma máscara para os olhos e colocando sobre o nariz. Apesar do rebuliço, serviu para animar todo mundo, que a partir dali fez piada com a situação – até o motorista parar em um posto de gasolina para resolver o problema.

O diretor de produção Luiz Henrique Fonseca e a máscara que “caiu imediatamente”




O resto da viagem – como todos já ansiosos por chegar – transcorreu sem mais cheiros ruins ou percalços. Como amanhã é dia de folga, alguns combinavam ir hoje à noite para Campinas. Outros marcaram de conhecer a cidade vizinha amanhã. Mas quem for sabe que deve voltar até o fim da tarde: é que amanhã há o encerramento do Festival de Cinema de Paulínia e será uma noite muito especial para todos os envolvidos com Chico Xavier. Por que? Leia amanhã neste blog…

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